O mundo é colorido? Realmente existe as cores?


Este tema de estudo pertence a Antropologia Filosófica, que tenta de alguma forma explicar outras reações do comportamento humano, sobretudo, como funciona a visão de mundo do homem em relação ao que ele enxerga. 

A antropologia é um ramo da Filosofia que estuda o homem e seu comportamento com a realidade. Mas este tipo de saber vai além do que é o homem, mas aborda um amplo contexto,  ainda mais esclarecendo como vemos o mundo ao qual pertencemos.
Pode parecer um equivoco, a Cosmologia também estuda o mundo, mas a antropologia tenta buscar explicações particulares a respeito do mundo interno ao ser humano.
Quanto as cores que enxergamos é estudado por filósofos, psicólogos e antropólogos ao longo da história. Mas é Israel Pedrosa em sua obra "A cor da cor inexistente" que esboça um estudo sobre o funcionamento das cores no mundo de um ser humano. 


Primeiramente temos que entender o funcionamento da visão. A visão acontece devido a luz, pois a luz incide sobre o objeto da natureza e incide na nossa retina. É a retina que produz as cores, juntamente com as operações cerebrais. Na verdade, as coisas não possuem cores, é assim por dizer, a natureza e os objetos que existem são desprovidos de cor. 
Contudo, conseguimos produzir sete cores, mas uma enorme variedade de tons. Mas existe uma infinidade de cores: as cores ultravioletas e os raios infravermelhos. Essas tonalidades não podem ser imaginadas pela mente humana e nenhum ser humano seria capaz de enxergá-las. Alguns animais enxergam as coisas em raios infravermelhos e ultravioletas.
Os beija-flores enxergam cores especiais, como por exemplo, eles são atraídos ao néctar de um flor devido a sua coloração.


Enfim, as cores que enxergamos não podem ser descritas, ou seja, nenhum olho enxerga igual ao outro, Esta teoria é amplamente defendida pelo fato de que algumas pessoas gostam da cor amarela e outras a detestam. Isso significa que cada pessoa enxerga as coisas do mundo forma particular e as cores que são produzidas na retina não podem ser aplicadas universalmente.

Por Guilherme Paixão Campelo


Guilherme Paixão Campelo é filósofo e escritor. Escreve artigos para diversos sites e blogs na internet, além de escrever sobre vários assuntos. Possui três livros publicados: Tratado sobre a Existência de Deus - Segundo a evolução do Espírito; Reflexões para uma Nova Filosofia - Do Pensamento a evolução do Espírito e  Complexo de Gramática Latina.
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