Estudo sobre o sol de acordo com a Cosmologia


O sol é o que define o sistema solar. Pois o planeta Terra pertence a via-láctea - caminho de leite para os gregos e, o sistema solar, ao qual está a Terra e os outros planetas, assim como o sol pertence ao sistema solar. Uma diminuta partícula no universo.
O sol, é a fonte de luz e calor e é a estrela mais próxima de nós, sendo que existem outros sóis no universo, como a estrela de Aldebarã que é duzentas vezes maior que o sol.
Sendo assim, o sol é uma gigantesca esfera de gás incandescente e no núcleo acontece a geração de energia através de reações termo-nucleares.


Embora o sol pareça grande e luminoso, seu brilho é de aproximadamente 200 bilhões de vezes maior do que da estrela de Sírius, que é considerada a estrela mais luminosa do céu noturno. Mas em comparação as milhares de estrelas do universo, o sol é uma estrela meramente comum:
Sua massa é simbolizada por M=1,989 X 10 (10 elevado a potência de 10) kg.
O raio do sol é de R= 696.000 km e a temperatura central atinge Tc = 10.000.000 K. As principais composições do sol.
As principais composições químicas do são o Hidrogênio, ocupando a maior porcentagem de massa da estrela, com 91,2%. Hélio, com 8,7% e Carbono, com menor massa, de 0,043%.



Outro fator interessante e de grande estudo na astronomia e cosmologia é as descobertas sobre a luminosidade do sol, que equivale a 3,9 x 10 (elevado a potência de 26) watts = 3,9 x 10 (elevado a potencia de 33) ergs/s. Para produzir esta astronômica carga de energia, seria preciso o equivalente à queima de 2 x10 (elevado a potência 20) galões de gasolina por minuto ou mais de 10 milhões de vezes a produção anual de petróleo da terra.


Desde o século XIX, os astrônomos e físicos sabiam que essa energia não podia ser gerada por combustão, pois a energia dessa forma poderia manter o sol brilhando por apenas 10 mil anos.
O sol tem a capacidade de transformar 600 milhões de toneladas de hidrogênio em hélio por segundo.
Acredita-se que daqui 1,1 bilhão de anos o brilho do sol aumentará em cerca de 10%, que causará a elevação da temperatura na terra e  ocasionará a evaporação dos mares. Em 3,5 bilhões de anos, o brilho do sol aumentará para 40%, o calor será tão elevado, que os oceanos secarão por completo. Mas ao esgotar esta fonte de energia, principalmente o Hidrogênio, ocorrerá a perda gradual do sol, afastando o da terra, até a órbita de Marte e sua temperatura será equivalente a 1.327 graus celsius.
A perda de massa transformará o sol em uma "anã branca" e a terra ficará a aproximadamente 1,85 UA de distância.



Por Guilherme Paixão Campelo


Guilherme Paixão Campelo é filósofo e escritor. Escreve artigos para diversos sites e blogs na internet, além de escrever sobre vários assuntos. Possui três livros publicados: Tratado sobre a Existência de Deus - Segundo a evolução do Espírito; Reflexões para uma Nova Filosofia - Do Pensamento a evolução do Espírito e  Complexo de Gramática Latina.
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